Governo Lula infla verba de comunicação antes de ano eleitoral e vai na contramão de cortes

O governo Lula (PT) ampliou a verba de comunicação da Presidência em mais de R$ 116 milhões durante o ano, levando esse orçamento para cerca de R$ 876 milhões em 2025.
O valor destinado à comunicação do governo, à s vésperas do ano eleitoral, supera os cerca de R$ 600 milhões reservados em 2024 âcifra que era a maior aplicada nos contratos da Secom (Secretaria de Comunicação) desde 2017.
A ampliação coloca a pasta em uma posição privilegiada dentro do governo. Houve cortes de verba, e diversos órgãos precisam de recursos até para operações de rotina.
A PolÃcia Federal, por exemplo, busca R$ 97,5 milhões para emitir passaportes, enquanto o Ministério da Educação ainda não tem dinheiro para a compra completa de materiais didáticos.
A rubrica do Orçamento reservada
Um relatório da Uncac (Convenção da ONU contra a Corrupção) cobrou do Brasil a implantação de mecanismos contra a lavagem de dinheiro em escritórios de advocacia, tema que sofre resistências da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
O documento traz informações que foram discutidas no primeiro semestre deste ano a respeito de como o Brasil tem implementado as diretrizes da convenção, da qual o paÃs é signatário desde 2006, no primeiro mandato de Lula (PT).
O texto recomenda ações para melhorar o combate à corrupção e tem, entre os principais pontos, a menção à advocacia. O Brasil recebeu a recomendação de regular as obrigações dos advogados e de outros profissionais jurÃdicos em relação à lavagem de dinheiro.
Nos últimos anos, advogados foram alvos de ações poli
Não é a primeira vez que utilizo este espaço para abordar o tema da reforma eleitoral.
Retomo o tema porque, antes de qualquer mudança, é preciso que se tenha clareza sobre o problema que se pretende resolver. Sem isso, não podemos avaliar a adequação do remédio proposto. Isso vale também para o debate sobre a mudança do sistema de governo.
Usualmente, essas duas reformas âa adoção de um sistema parlamentarista e/ou de um sistema majoritário puro (também conhecido como distrital) ou combinado com o sistema proporcional (o sistema misto)â são apresentadas como soluções mágicas: resolveriam todos os problemas da polÃtica brasileira.
Agora, a reforma é defendida como instrumento de blindagem da representação polÃtica contra o crime organizado. Segundo o presidente da Câ
Fontes
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/11/governo-lula-infla-verba-de-comunicacao-antes-de-ano-eleitoral-e-vai-na-contramao-de-cortes.shtml
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/11/onu-cobra-do-brasil-regulacao-contra-lavagem-em-escritorios-de-advocacia.shtml
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lara-mesquita/2025/11/sistema-eleitoral-nao-e-escudo-contra-crime-organizado.shtml
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