Grupo jurídico diz que lei não pode ser seletiva ao criticar prisão domiciliar para Bolsonaro

O grupo jurÃdico Prerrogativas, alinhado ao governo Lula, diz em nota que conceder prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro seria aplicar de forma seletiva a lei.
A medida foi defendida nesta segunda-feira (23) pela Procuradoria Geral da República e será analisada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
“O Prerrogativas defende a aplicação da lei sem seletividade, para Chico e para Francisco. Se para o Bolsonaro cabe o direito de ser transferido para regime domiciliar, antes disso também cabe o direito para o réu pobre, preto e periférico que está em situações semelhantes ou até piores”, diz o coordenador do grupo, Marco Aurélio de Carvalho.
A questão gerou uma polêmica no grupo, após a publicação de um artigo que tem o advogado Robert
Fontes
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