Notícia

Hapvida: por que o Goldman cortou preço-alvo em 46%, mas mantém compra para HAPV3

Por Publicado Atualizado

Publicidade
Em meio ao desânimo com os resultados e à forte volatilidade com as ações da Hapvida (HAPV3), o Goldman Sachs cortou o preço-alvo dos ativos da operadora de planos de saúde em 46,43%, passando de R$ 56 para R$ 30, de forma a incorporar o balanço do 3T25 (terceiro trimestre de 2025) e novas tendências operacionais.
Os analistas do banco projetam agora um corte substancial de 47% em seu lucro líquido ajustado para 2026 (para R$ 888 milhões), o que se deve principalmente não apenas aos resultados muito mais fracos do que o esperado no 3T25, mas também à falta de visibilidade sobre quando deve-se observar uma inflexão nas tendências de margem, o que, por sua vez, é o fator determinante da revisão de demonstração de resultados.
A estimativa para a margem Ebitda (Ebitda = lucro antes

O governador TarcÃsio de Freitas (Republicanos) trabalha nos bastidores para tentar convencer ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) a manter Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar e evitar uma possÃvel transferência para a penitenciária da Papuda depois do trânsito em julgado da ação da trama golpista.
A articulação ocorre em meio a cobranças de bolsonaristas tanto por investidas junto à corte quanto por uma defesa pública mais enfática da inocência do ex-presidente, condenado a 27 anos e 3 meses por liderar a tentativa de golpe de Estado.
Há preocupação de TarcÃsio, porém, em evitar que o trabalho ganhe holofotes. Segundo um interlocutor do governador, ele afirma que opera melhor quem trabalha em silêncio e que apenas as pessoas que precisam saber de sua movimenta

Em 2022, último ano da gestão de Jair Bolsonaro (PL), um grupo de militares publicou um documento chamado “Projeto de Nação – O Brasil em 2035”. Formulado pelos institutos Sagres, Federalista e General Villas Bôas (fundado pelo ex-comandante do Exército), apontava a legislação do paÃs e a atuação de ambientalistas como entraves ao agronegócio e à mineração na amazônia.
Repleto de militares, o próprio governo Bolsonaro sabotou como pôde a preservação do bioma, tendo como ministro do Meio Ambiente um negacionista climático (Ricardo Salles), murchando o Fundo Amazônia e desacreditando os dados de desmatamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
O general Richard Fernandez Nunes não integrou o governo do ex-capitão, mas foi figura central no Exército nes

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.