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Indústria química aposta em incentivos para reduzir alta ociosidade

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Indústria química aposta em incentivos para reduzir alta ociosidade
Segundo André Passos, presidente da associação do setor, o regime especial usado no início dos anos 2000 é a referência
A indústria química brasileira enfrenta hoje uma ociosidade de até 40% de sua capacidade instalada. Impactada pela desidratação do Reiq (Regime Especial da Indústria Química), a partir de 2016, a indústria tem perdido espaço para importadores.
Segundo o presidente-executivo da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), André Passos, 55 anos, a entidade defende um pacote para reduzir custos, aumentar a produção e gerar até R$ 65 bilhões em arrecadação em 5 anos.
“Queremos intensificar o incentivo para retomar a produção. Hoje, a ociosidade é de até 40%, quando o ideal seria operar com 80%. Propu

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