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‘Interagir com a tornozeleira não significa que pretendia fugir’, diz advogado de Bolsonaro

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Advogado de Jair Bolsonaro (PL), Paulo Cunha Bueno afirmou em entrevista à GloboNews que o ex-presidente desrespeitou o uso da tornozeleira eletrônica, mas que esse ato não significa que ele iria fugir do país.
“Você simplesmente interagir com a tornozeleira não significa, não equivale dizer que você pretendia fugir. A fuga seria uma estrutura complexa. Se ele pretendesse fugir, ele ia cortar a tornozeleira”, afirmou Cunha Bueno.
Segundo o advogado, não haveria estrutura para possibilitar a saída do condomínio, que tem a presença de policiais federais, e que “ele não teria como fugir”.
“Uma pessoa como o presidente Bolsonaro, se colocar o pé na esquina é reconhecido”, disse.
O advogado reforçou a tese de que Bolsonaro sofreu um surto quando tentou retirar a tornozeleira eletrônica, motivo

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