Notícia

Investigação aponta que donos do Master e da Reag usaram familiares em esquema

Por Publicado Atualizado

Investigação da Polícia Federal (PF) aponta que os donos do Banco Master e do grupo da Reag Investimentos usaram seus familiares em esquema de fraudes financeiras. As duas empresas foram liquidadas por decisão do Banco Central por conta do Caso Master.
De acordo com a apuração, familiares de Daniel Vorcaro, do Master, e João Mansur, da Reag, foram foram utilizados para ocultar o real controle de ativos e fundos de investimento. Vorcaro e Mansur seriam os donos, mas seus parentes apareciam à frente dos negócios.
A PF aponta que houve a utilização da Reag para o desvio de valores do Banco Master e que os filhos de Mansur “foram utilizados para a prática dos crimes”. Já o pai de Vorcaro, Henrique, a irmã e o cunhado foram alvo de operação.
“Tais fatos restaram muito bem elucidados na represen

Uma das situações que chamou a atenção dos investigadores na apuração sobre as fraudes do Banco Master foi o caso da Clínica Mais Médicos S.A., empresa que emitiu valores milionários em notas comerciais sem garantias e com capital social zero.
A investigação aponta que a presidente dessa empresa, Valdenice Pantaleão, era uma laranja que recebia auxílio emergencial.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (15) o sigilo da decisão que autorizou a segunda fase da Operação Compliance Zero, realizada na quarta (14).
Notas comerciais são títulos de dívidas emitidos por empresas como alternativa a empréstimos bancários.
No caso da investigação sobre o Master, a clínica médica emitiu notas comerciais no valor de R$ 361 milhões mesmo sem estrutura sufi

PF diz a Toffoli que atrasou operação contra o Master por não achar alvos
Andrei Rodrigues afirmou que corporação trabalhava com endereços desatualizados e mencionou “alvos em deslocamento”
O diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, justificou o atraso no cumprimento das medidas estabelecidas pelo ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), na 2ª fase da Operação Compliance Zero –que investiga possíveis fraudes do Banco Master. Disse que a demora ocorreu por dificuldades em localizar os alvos dos mandados. Ainda, segundo Rodrigues, o cumprimento de outras operações no mesmo dia estabelecido pelo magistrado atrapalharam a PF. O ofício foi enviado ao gabinete de Toffoli na 4ª feira (14.jan.2026).
A manifestação foi uma resposta a uma intimação do magistrado, que

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.