Investigação sobre vazamento de dados fiscais divide opiniões no STF

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Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão divididos quanto à investigação que apura o vazamento de seus dados fiscais e de seus parentes. De um lado, uma ala de magistrados apoia a ação e vê o acesso irregular às informações da Receita Federal como mais uma tentativa de atingir a imagem do Tribunal. Outra parte entende que é preciso ter cautela para que o Fisco e outros órgãos de controle tenham sua atuação questionada sem que antes haja indícios concretos de que eventuais ilícitos ocorreram.
Quatro servidores da Receita Federal foram alvo de uma operação da Polícia Federal nesta terça-feira (17) sob suspeita de terem acessado irregularmente dados fiscais sigilosos de autoridades da Suprema Corte. A investigação foi aberta por determinação do ministro Alexandre de Morae
O Carnaval acabou, mas não serviu para melhorar o clima dentro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ministros da Corte, o ambiente segue tenso e com muita desconfiança entre eles depois do vazamento e suspeita de gravação das reuniões sobre o ministro Dias Toffoli e o caso Master.
“Não dá para esquecer o que aconteceu somente porque passou o Carnaval. A reunião foi gravada e foi tudo muito sério. Quebrou-se a confiança interna”, alerta um integrante do STF.
A dúvida é se o presidente do Supremo, Edson Fachin, vai abrir investigação para descobrir o que aconteceu.
Para aumentar a temperatura, a PF fez uma operação durante as festas carnavalescas a partir de um inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes.
O resultado pode ser explosivo e muito importante para elucidar ataques ao
Marco Buzzi é “um predador sexual”, diz fundadora da Me Too Brasil
Marina Ganzarolli disse que o afastamento do ministro do STJ, investigado por importunação sexual, “é o mínimo do mínimo”
A advogada Marina Ganzarolli, fundadora da ONG Me Too Brasil –instituição que apoia mulheres vítimas de violência sexual desde 2020–, chamou o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Marco Buzzi, de “predador sexual”. A declaração foi feita à Coluna do Estadão publicada nesta 4ª feira (18.fev.2026).
Buzzi é investigado por ao menos 2 casos de importunação sexual. O 1º relato contra o ministro veio a público em 4 de fevereiro. Ele teria tentado agarrar à força uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos, em 9 de janeiro de 2026, em Balneário Camboriú (SC). Já em 9 de fevereiro, o CNJ (Consel
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/politica/investigacao-sobre-vazamento-de-dados-fiscais-divide-opinioes-no-stf/
- https://g1.globo.com/politica/blog/valdo-cruz/post/2026/02/18/crise-no-stf-piorou-durante-o-carnaval-avaliam-ministros.ghtml
- https://www.poder360.com.br/poder-justica/marco-buzzi-e-um-predador-sexual-diz-fundadora-da-me-too-brasil/
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