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Isenção do IR: rixa entre Lira e Renan põe governo sob tensão

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A decisão do presiente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de indicar o senador Renan Calheiros (MDB-AL) como relator do projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda (IR) transformou uma das principais bandeiras do governo Lula em um novo capítulo de disputa política. A escolha elevou a tensão no Palácio do Planalto sobre a vitrine para a campanha à reeleição em 2026. A preocupação se dá porque o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), rival histórico de Renan, foi relator do tema na Casa — e ambos buscam o protagonismo sobre o texto.
O projeto aprovado na semana passada pela Câmara, relatado por Lira, eleva a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais, concede reduções proporcionais a rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.359 e impõe alíquota mínima de até 10% pa

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A um ano da eleição presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança em todos os cenários testados pela nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (9).
O levantamento mostra que o petista tem entre 35% e 43% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto seus principais adversários aparecem em patamares bem inferiores.
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O Senado arquivou no dia 24 de setembro, após forte pressão da opinião pública, a PEC da Blindagem, que tentava restringir processos contra deputados e senadores.
O fim da tramitação da proposta de emenda à Constituição foi declarado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), depois de ela ser declarada inconstitucional por unanimidade pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
Foram 26 votos contrários ao texto, que se tornou alvo de manifestações de rua pelo paÃs no fim de semana, após ser aprovado pela Câmara.
Para discutir o porquê a pressão popular afeta mais os senadores que deputados, Priscila Camazano conversa com Nara Pavão, professora de ciência polÃtica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Como é que é? desta quinta-feira

O presidente Lula (PT) sustenta vantagem sobre adversários e continuaria a vencer em todos os cenários de segundo turno testados para as eleições presidenciais de 2026 em nova pesquisa Genial/Quaest.
O levantamento indica estabilidade na recuperação da imagem do governo, em meio a rachas na direita e à adesão popular a pautas como a reforma do Imposto de Renda e a rejeição à anistia a Jair Bolsonaro (PL) e à PEC da Blindagem.
Após um inÃcio de 2025 marcado por crises de popularidade, como a taxação do Pix e os descontos indevidos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o Planalto tenta capitalizar o discurso de soberania nacional, associar a famÃlia Bolsonaro à crise do tarifaço de Donald Trump e reforçar a imagem de Lula como aliado das classes mais pobres.
Foram real

Eduardo Bolsonaro na Câmara em 04/02/2025 — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é o mais rejeitado como eventual candidato entre nove nomes que pesquisados como candidatos à Presidência da República em 2026, indica um levantamento da consultoria Quaest divulgado nesta quinta-feira (9).
Entre os eleitores, 68% dizem que conhece e não votaria no deputado federal, mesmo resultado do levantamento anterior, realizado em setembro.
Jair Bolsonaro (PL) aparece na sequência, com 63% de rejeição (eram 64%), tecnicamente empatado com Michelle Bolsonaro (PL), que tem 61% (mesmo número de setembro) e com Ciro Gomes (PDT), rejeitado por 60%, mesmo número apresentado na pesquisa anterior.
Já o presidente Lula (PT) tem rejeição de 51%, oscilação de um ponto

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