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Lula assume riscos ao retomar a briga com Trump

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O imbróglio em torno da visita do enviado de Donald Trump ao Brasil está inserido no contexto da corrida eleitoral deste ano. O presidente Lula (PT) parece disposto a ressuscitar a briga com o americano, mas tal aposta encerra riscos.
Recapitulando, após deixar o Brasil fora de seu radar no começo do segundo mandato na Casa Branca, Trump irrompeu no cenário local às vésperas do julgamento que levou seu aliado Jair Bolsonaro (PL) à cadeia por golpismo.
Justificou de saÃda a elevação de tarifas de importação de produtos brasileiros criticando a então ameaça de ver o seu maior fã local atrás das grades, misturando decisões do Judiciário e do Executivo. Colocou o ministro Alexandre de Moraes à sombra da draconiana Lei Magnitsky.
Noves fora a ignorância de Trump acerca das ins

Representantes da cúpula do PSDB se reuniram nesta sexta-feira (13) com o governador de São Paulo, TarcÃsio de Freitas (Republicanos), e reforçaram a proximidade polÃtica com ele. Embora o apoio à reeleição do governador não tenha sido formalizado, esse é o caminho considerado natural pelos tucanos.
“Mostramos a ele [TarcÃsio] o processo de fortalecimento do PSDB. Nós vamos agora, na janela partidária, passar de 20 parlamentares, e de 30 nas eleições. Isso vai nos possibilitar voltar a liderar um projeto do centro democrático para o paÃs, que me parece muito próximo ao que defende o governador”, disse o presidente nacional do partido, Aécio Neves.
Ele esteve acompanhado do presidente do partido em São Paulo, Paulo Serra, e do prefeito de MarÃlia, Vinicius Camarinha. Serra, e

Os discursos na inauguração do novo setor de trauma do Hospital Federal do Andaraà nesta sexta-feira (13), com a participação do presidente Lula, tiveram como principal alvo o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República.
O senador foi apontado como o responsável por controlar contratos da unidade enquanto o hospital passava por um processo de deterioração na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do pré-candidato do PL.
As crÃticas nominais foram feitas pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), e pelo secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz (PSD). Procurada por mensagem, a assessoria de imprensa de Flávio não comentou as declarações.
As crÃticas a Flávio foram iniciadas por Paes, que atribuiu ao senador indicações polÃt

No sorteio das chaves da Copa do Mundo, a Fifa deu ao presidente dos Estados Unidos um Prêmio da Paz. Ganhou em troca um problemão por causa de uma guerra iniciada justamente por Donald Trump.
Será que Gianni Infantino pensa na ironia de sua escolha, ou tem saudades de quando a grande polêmica da próxima Copa era o fato de ter sido expandida para 48 seleções?
A três meses do Mundial, o presidente da Fifa pode estar diante de um problema raro: o boicote de uma seleção classificada. Desistências, banimentos, interferência da polÃtica no esporte fizeram parte da história do torneio. Mas não há precedentes recentes para esse tipo de situação, tão em cima da hora.
O ataque de Estados Unidos e Israel ao Irã completa duas semanas. Agora, a participação da seleção iraniana e

O corregedor-geral do MPF (Ministério Público Federal), Elton Ghersel, editou recomendação aos procuradores da República para não emitirem opiniões que, “direta ou indiretamente, configurem apoio ou oposição a candidaturas, partidos ou projetos polÃticos”.
Os membros do MPF devem evitar “curtidas”, compartilhamentos e “emojis” que tenham “conteúdos polÃtico-partidários” em suas interações nas redes sociais.
Devem fugir de eventos polÃticos com caráter de campanha eleitoral e abster-se da criação ou difusão de fake news e deepfakes contra o processo eleitoral. à vedado o uso de ferramentas de Inteligência Artificial.
Um procurador lamentou não poder mais teclar o polegar negativo nas notÃcias sobre os equÃvocos do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Como exemplo,

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