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Lula realizou cauterização de ferimento na cabeça e deve ter alta ainda nesta sexta

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou por um procedimento hospitalar, nesta sexta-feira (24), para a cauterização de uma lesão de pele no couro cabeludo e realizou uma infiltração no punho para tratar uma crise de tendinite. Os atendimentos foram bem-sucedidos e ocorreram no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
O presidente recebeu alta por volta das 11h desta sexta-feira. “O procedimento ocorreu sem intercorrência nenhuma”, disse o cardiologista Roberto Kallil, responsável pela saúde do presidente.
O procedimento de cauterização ocorreu para tratar uma queratose, que ocorre quando há o espessamento da pele na camada mais superficial, com aparência áspera e possibilidade de descamação.
A infiltração foi realizada para tratar a tendinite no dedão do polegar da mão

Lesão no couro cabeludo de Lula era um câncer basocelular
Esse tipo de tumor é um dos mais comuns na pele; o risco de metástase é mínimo e, no caso do presidente, foi retirado por completo
A lesão que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80 anos, tinha em seu couro cabeludo era um carcinoma (câncer) basocelular. Tinha 1 centímetro de circunferência. Foi retirado por completo nesta 6ª feira (24.abr.2026), durante procedimento médico realizado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Lula viajou de Brasília para São Paulo na noite de 5ª feira (23.abr). A equipe médica responsável realizou uma biópsia. Concluiu-se que era um carcinoma basocelular –tipo mais comum de câncer de pele. O risco de metástase é mínimo. Não era um carcinoma espinocelular ou melanoma, que são mais graves. Não

Lula usará curativo e chapéu por 1 mês após cirurgia, diz Kalil
Presidente retirou um carcinoma basocelular —tipo mais comum de câncer de pele; recuperação não exige medicação específica nem restrições mais severas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá usar curativo e chapéu por cerca de 1 mês depois de passar por 2 procedimentos médicos nesta 6ª feira (24.abr.2026). A recomendação foi dada pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e faz parte do processo de cicatrização após a retirada de uma lesão no couro cabeludo.
A lesão era um carcinoma basocelular —tipo mais comum de câncer de pele— com cerca de 1 cm, e foi totalmente removida. Segundo Kalil, o caso é localizado e não apresenta risco de disseminação.
A equipe médica também retirou uma queratose no couro cabeludo e realizou

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