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Lula se pinta para a guerra nas eleições de 2026 com Boulos no Planalto

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Ao colocar Guilherme Boulos na Secretaria Geral da Presidência, Lula mostrou que vai para a eleição de 2026 pintado para a guerra. Uma guerra ao seu estilo, manejando os movimentos sociais.
Durante quase três anos de seu terceiro mandato, a oposição conservadora convenceu-o de que o melhor caminho a seguir era um discreto retorno à s suas raÃzes. Há três anos, Gilberto Kassab previa: “Guilherme Boulos poderá ser o herdeiro de Lula”. Não deu outra. Com um PT envelhecido, Lula foi buscar esse ativista de 43 anos para injetar vida ao seu governo. Como disse o próprio Boulos: “Lula me deu a missão de ajudar a colocar o governo na rua”.
Com suas raÃzes no PSOL e no eleitorado jovem, Boulos é capaz de levar gente para o asfalto da avenida Paulista. (Fernando Haddad, ministro da Faze

O governo Lula (PT) tem agido para agradar Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) antes da indicação de um novo nome ao STF (Supremo Tribunal Federal) âque deve contrariar a preferência do presidente do Senado.
Aliados de Lula dizem que o advogado-geral da União, Jorge Messias, deve ser o escolhido para a vaga. Alcolumbre, contudo, é o principal articulador do nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a cadeira deixada por LuÃs Roberto Barroso.
Alcolumbre tem sido prestigiado pelo governo petista com medidas como a indicação de aliados para cargos nos Correios e até a inclusão de um dispositivo na lei do licenciamento ambiental que pode acelerar projetos considerados estratégicos de interesse do senador.
Em 15 de outubro, pressionado por Alcolumbre, o governo publicou um decreto

Ciro Gomes tinha 32 anos quando disputou pela última vez um cargo majoritário no Ceará, estado onde tem suas raÃzes polÃticas. Elegeu-se governador em 1990 pelo PSDB, cargo que depois o catapultaria para sua primeira vitrine nacional: o Ministério da Fazenda do então presidente Itamar Franco.
Agora, aos 67, Ciro volta a assinar a ficha do PSDB, tenta retomar o protagonismo polÃtico em seu estado e chacoalha o xadrez eleitoral do Ceará. O retorno ao ninho tucano será oficializado nesta quarta-feira (22) em um ato polÃtico em Fortaleza.
Separam estes dois Ciros um intervalo de 35 anos. Neste perÃodo, ele passou por quatro partidos âPPS, PSB, Pros e PDTâ e disputou quatro eleições presidenciais, sendo derrotado em 1998, 2002, 2018 e 2022. Mesmo sem sucesso nas urnas, se consolidou co

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