Notícia

Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai, e ação testa região-chave no gráfico

Por Publicado Atualizado

Publicidade
A Magazine Luiza (MGLU3) reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no 4º trimestre de 2025, queda de 55,4% na comparação anual. O Ebitda ajustado somou R$ 867,3 milhões, alta de 2,5%, enquanto a receita líquida alcançou R$ 11,1 bilhões, avanço de 3,4%, impulsionado pelo crescimento das lojas físicas. No acumulado de 2025, a companhia registrou lucro de R$ 204,6 milhões, retração de 54,4%, enquanto o Ebitda total atingiu R$ 3,2 bilhões, alta de 10,6%, com destaque para vendas físicas superiores a R$ 20 bilhões no ano.
No mercado, porém, as ações operam em fase de indefinição no curto prazo, negociadas próximas de R$ 9,40 dentro de uma estrutura de consolidação. Apesar da perda de momentum recente, o papel ainda mantém uma estrutura de recuperação no médio prazo dentro de um can

Publicidade
O minidólar (WDOJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (12/03) em forte alta de 1,94%, aos 5.281 pontos, marcando uma recuperação relevante após o movimento de baixa anterior. O dólar avançou com força, acompanhando o movimento global de busca por proteção diante da escalada da guerra no Oriente Médio. A tensão entre Irã, Estados Unidos e Israel impulsionou o petróleo, que voltou a se aproximar de US$ 100 o barril, elevando as preocupações com inflação e aumentando a aversão ao risco nos mercados.
No Brasil, o IPCA de fevereiro subiu 0,70%, acima das expectativas, influenciando a curva de juros e as projeções para a próxima decisão do Banco Central sobre a Selic. Para os traders de dólar, o cenário reforça a sensibilidade do mini dólar às tensões geopolíticas e

Publicidade
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (12/03) em forte queda de 2,56%, aos 181.205 pontos, reforçando a pressão vendedora no curto prazo. O Ibovespa recuou 2,55%, aos 179.284 pontos, acompanhando o movimento negativo das bolsas globais diante da escalada das tensões no Oriente Médio. O avanço do petróleo novamente acima de US$ 100 o barril elevou a aversão ao risco e pressionou os mercados, com fortes quedas em Nova York e na Europa, enquanto no Brasil o dólar avançou e os juros futuros subiram. O IPCA de fevereiro acima do esperado também reforçou a cautela dos investidores.
Para os traders de mini-índice, o último pregão foi marcado por forte pressão vendedora nas blue chips, com destaque para as quedas dos bancos e de Embraer (EMBJ3), que

Publicidade
A sessão desta sexta-feira (13) terá importantes divulgações na agenda doméstica e externa. Por aqui, sai a Pesquisa Mensal de Serviços, com expectativa de queda de 0,3% no mês. Logo depois, o governo também lança o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de fevereiro. Já o Ministério da Fazenda divulgará em coletiva de imprensa a grade de parâmetros de março e estimativas preliminares de impactos do conflito no Oriente Médio na economia brasileira.
Nos Estados Unidos, a agenda reserva a divulgação do deflator do PCE, a medida de inflação mais utilizada pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), além do relatório de abertura de vagas de emprego (Jolts). O país também publica o PIB do quarto trimestre do ano passado, em termos anualizados.
Futuros de NY caem antes

Publicidade
O Ibovespa encerrou a última sessão em forte queda, interrompendo a sequência de três altas consecutivas e reforçando o movimento corretivo iniciado após a renovação de máximas históricas. O índice recuou 2,55%, aos 179.284 pontos, após oscilar entre a mínima em 178.494 pontos e a máxima em 183.991 pontos. Recentemente, o mercado havia alcançado a máxima histórica em 192.623 pontos, patamar que marcou o início da atual fase de ajuste.
No gráfico diário, observo que o índice voltou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando perda de força no curto prazo. A estrutura de longo prazo ainda aponta tendência de alta, mas o cenário recente exige cautela. Um ponto relevante é a região de suporte em 177.636 pontos: caso seja rompida, o mercado pode confirmar um

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.