Notícia

Ministro da Justiça toma posse e se envolve em divergência sobre reunião

Por Publicado Atualizado

Publicidade
No dia em que tomou posse no Ministério da Justiça, Wellington César Lima e Silva se envolveu ontem em uma divergência de versões sobre reunião com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após o encontro, o novo ministro disse que o caso Master foi o “eixo” da conversa chamada pelo petista. Depois, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) contradisse Lima e Silva e informou que o assunto não foi tratado.
A reunião ocorreu um dia após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estava presente, abrir um procedimento para apurar se houve vazamento de dados sigilosos de ministros da Corte e de seus familiares, iniciando uma nova frente de investigação sobre a atuação da Receita Federal e do Conselho de Controle de A

A decisão do ministro Dias Toffoli de indicar nominalmente quatro peritos da Polícia Federal para atuar no caso Banco Master azedou de vez a relação entre a corporação e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Nos bastidores, o movimento foi lido pela cúpula da polícia como um recado duro: “Não quero a participação institucional de vocês”.
O procedimento adotado pelo ministro é considerado incomum. O rito burocrático padrão seria o STF encaminhar a demanda ao Instituto Nacional de Criminalística, que possui um corpo de mais de 200 peritos, para que a própria direção do órgão designasse os profissionais de acordo com a especialidade necessária.
Ao chegar com uma lista pronta de quatro nomes, sem consultar a direção-geral, Toffoli atropelou a autonomia administrativa da polícia, gerando forte mal-

O pânico que tomou conta de Brasília em relação aos celulares apreendidos na operação do Banco Master tem uma razão tecnológica específica: a Polícia Federal é o único órgão com equipamento capaz de acessar o conteúdo de um aparelho mesmo que ele esteja sem senha e desligado.
Enquanto outras polícias dispõem de ferramentas para desbloquear telas, a extração de dados de um telefone desligado é uma barreira técnica muito superior, que apenas a perícia da PF consegue transpor hoje.
Para realizar esse procedimento com segurança, os peritos utilizam o conceito de física conhecido como “Gaiola de Faraday”. Trata-se de uma estrutura metálica (que pode ser uma caixa ou uma bolsa especial) que bloqueia a entrada e saída de ondas eletromagnéticas.
O procedimento é vital porque a extração precisa ser

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.