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Moraes determina que governo de Castro preserve elementos da megaoperação do Rio

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Moraes determinou neste domingo a “preservação e documentação rigorosa e integral” de todos os elementos materiais relacionados à execução da megaoperação policial da semana passada, no Rio de Janeiro, contra facção criminosa.
Segundo Moraes, o Ministério Público ficará a cargo do controle e da averiguação das provas. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), deverá ser intimado para garantir o respeito à decisão.
Moraes é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) das Favelas. A decisão deste domingo atende a pedido da Defensoria Pública da União. A operação resultou em pelo menos 120 pessoas mortas.
Audiências
Moraes estará no Rio amanhã, em uma série de audiências com autoridades do

Cláudio Castro defende classificar Comando Vermelho como grupo terrorista
Governador do Rio cita Argentina e Paraguai como exemplos de países que adotaram a classificação para facções criminosas
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), defendeu neste domingo (2.nov.2025) a classificação do CV (Comando Vermelho) como grupo terrorista. O político citou a Argentina e Paraguai como exemplos de países que adotaram a medida contra o grupo do crime organizado. O movimento pela nova definição aumentou depois da megaoperação nos Complexos da Penha e do Alemão na 3ª feira (28.out).
Em postagem no X, Cláudio Castro disse que “a discussão desta semana vai muito além da segurança pública do Rio de Janeiro. O que estamos enfrentando é um problema internacional”.
Na Câmara dos Deputados trami

Ações armadas em favelas não resolvem o problema, diz Gilmar Mendes
Para ministro do STF, essas operações são às vezes “inevitáveis”, mas defende a ADPF das Favelas e diz ser necessário “retomar o território ocupado e asfixiar financeiramente as facções”, e que isso só virá com maior integração das forças de segurança
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes afirmou neste domingo (2.nov.2025) que incursões armadas em comunidades “são, em alguns casos, inevitáveis”, mas “não resolvem o problema”. Segundo ele, o enfrentamento ao crime organizado precisa ir além das ações pontuais das polícias e deve incluir planejamento, inteligência e cooperação entre as forças do Estado.
Em publicação em seu perfil no X, o magistrado declarou que “a violência e o poder das facções revelam

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