Motta critica cobrança de mala de mão por companhias aéreas e promete aprovar lei

Contexto
O debate sobre as práticas de companhias aéreas em relação às bagagens de mão tem sido um tema constante no cenário político brasileiro. Recentemente, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), se posicionou contra essa prática, classificando-a como um ‘abuso’ e prometendo pautar uma lei que assegure a liberdade de passageiros em relação à mala de mão.
Repercussão
A declaração de Motta gerou reações tanto positivas quanto negativas. Apoiadores do parlamentar celebraram o posicionamento, argumentando que a medida protege os direitos do consumidor em um setor onde já são frequentes as reclamações sobre cobranças exageradas e práticas abusivas.
No entanto, críticos questionam se essa é uma luta válida na atual conjuntura política. Para eles, o foco do governo deveria estar em outras áreas que afetam diretamente a população, como saúde e segurança pública, ao invés de preocupar-se com questões mais triviais.
O que vem agora
Motta afirmou que vai pautar a urgência do Projeto de Lei (PL) 5041/2025, proposto pelo deputado federal Da Vitória (PP-ES). Este projeto visa garantir o direito do passageiro de levar uma mala de mão e um item pessoal sem qualquer cobrança adicional. O PL foi apresentado em 2025 e tem o objetivo de regularizar a situação atual, onde várias companhias aéreas já praticam essa cobrança.
Agora, o projeto enfrentará debates na Câmara dos Deputados, com diversas vozes que podem se manifestar. Além disso, a reação das empresas aéreas é algo que está em observação, uma vez que elas podem recorrer à justificativa de que tal medida aumentaria custos para os passageiros e dificultaria a logística de embarque.
Fontes
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