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Motta nega acesso a nomes de lobistas com acesso livre à Câmara dos Deputados

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A Câmara dos Deputados negou o acesso à lista de representantes de entidades de classe e instituições da sociedade civil de caráter nacional que estiveram credenciados para acessar o prédio ao longo de 2025. Trata-se de lobistas, ou seja, pessoas que representam interesses de empresas ou de funcionários públicos no Congresso Nacional.
No pedido, a Câmara justificou a negativa com o argumento de que a divulgação seria impedida por critérios internos de “segurança institucional” e poderia ferir a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
A Folha recorreu, mas o retorno da presidência, comandada pelo deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), manteve o entendimento.
“A publicização ampla desses dados, na forma requerida, pode implicar vulnerabilidades à segurança institucional e, a

A direita rejeita embarcar em uma tentativa de reforma do Poder Judiciário a partir da proposta levantada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino. Apesar de defensores de mudanças, bolsonaristas avaliam que o magistrado e o PT usam a pauta neste momento para distanciar o governo Lula da corte e da crise do Banco Master. A oposição tem a expectativa de ter maioria no Congresso a partir de 2027, e por isso quer adiar a discussão para o ano que vem.
Em público, a direita tem afirmado que rejeita uma reforma do Judiciário neste momento porque não acredita num processo capitaneado pelo próprio STF e encampado pelo PT. “Não vamos apoiar. Os ministros não respeitam a Constituição, porque respeitariam esse código de conduta?”, afirmou à Folha o lÃder da oposiçã

A Câmara dos Deputados negou o acesso à lista de representantes de entidades de classe e instituições da sociedade civil de caráter nacional que estiveram credenciados para acessar o prédio ao longo de 2025. Trata-se de lobistas, ou seja, pessoas que representam interesses de empresas ou de funcionários públicos no Congresso Nacional.
No pedido, a Câmara justificou a negativa com o argumento de que a divulgação seria impedida por critérios internos de “segurança institucional” e poderia ferir a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
A Folha recorreu, mas o retorno da presidência, comandada pelo deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), manteve o entendimento.
“A publicização ampla desses dados, na forma requerida, pode implicar vulnerabilidades à segurança institucional e, a

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