No STF, ministros ‘riscam o giz’ sobre Código de Ética e expõem divisões internas

Edson Fachin, presidente do STF, na abertura do ano judiciário — Foto: Gustavo Moreno/STF
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros descrevem o movimento atual como uma tentativa de “riscar o giz”, ou seja, deixar claro que não reconhecem, neste momento, como pauta prioritária a ideia de um Código de Ética apresentada pelo presidente Edson Fachin em parceria com a ministra Cármen Lúcia. A leitura é que o projeto é — por ora — um produto pessoal dos dois — e não do Supremo como Corte.
O episódio do cancelamento da reunião que discutiria o tema expõe, de forma pública, as divisões internas do tribunal no pós-8 de janeiro. As reações abertas de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do cancelamento de um almoço que seria conduzido por Fachin, escancararam o desconforto.
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