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O que acontece com Bolsonaro após a derrubada do veto de Lula ao PL da Dosimetria

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A derrubada do veto do presidente Lula ao projeto que reduz as penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 não beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) imediatamente, nem torna ele elegível. A votação do Congresso nesta quinta-feira, 30, reabrirá a discussão sobre o cálculo da pena do ex-presidente, considerando as novas premissas do PL da Dosimetria.
Após o veto ser derrubado na Câmara, por 318 a 144, e no Senado, por 49 a 24, o texto segue para promulgação do presidente Lula. Caso a lei não seja promulgada dentro de quarenta e oito horas, ficará a cargo do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), fazê-lo. Se este não fizer, ficará sob responsabilidade do vice-presidente do Senado.
Após d

Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou um pronunciamento especial pelo Dia do Trabalho nas rádios e TVs para anunciar um novo programa do governo federal voltado para endividados, o chamado Desenrola.
Segundo Lula, a proposta permitirá renegociações do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) com juros de até 1,99% e descontos de 30% a 90%. O trabalhador poderá utilizar 20% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
E as bets?
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda

Caciques da federação União Progressista (União Brasil/PP) não acreditam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), partirá para o confronto aberto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após derrotar o governo com a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
Eles enxergam, no entanto, um efeito colateral do afastamento de Alcolumbre do presidente. O receio de que ele trabalharia contra o apoio formal da federação à candidatura prsidencial de Flávio Bolsonaro (PL) não existe mais. A expectativa é que ele agora não se oponha à aliança.
Oficialmente, União e PP ainda dizem estar avaliando o comportamento de Flávio para decidir se o apoiam. O discurso é que é preciso esperar para ver se ele manterá posições moderadas. Na prát

Após uma semana de derrotas do governo Lula (PT) no Congresso Nacional, movimentos de esquerda apostam no apelo pelo fim da escala 6×1 para dobrar a pressão sobre o Legislativo nos atos de 1º de Maio, celebrados nesta sexta-feira.
Pelo segundo ano consecutivo, o presidente não deve participar dos atos sindicais da data. Em 2024, Lula criticou a baixa adesão ao ato realizado em Itaquera, na zona leste de São Paulo. Para evitar expor o petista, pré-candidato à reeleição, a um novo desgaste de imagem caso os a sejam novamente esvaziadas, a opção foi por preservá-lo.
O receio de baixa adesão aos atos também fez com que as manifestações não sejam centralizadas em 2026, como vinha ocorrendo desde 2018. O Rio de Janeiro será exceção, com um grande ato marcado para iniciar à s

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