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Ouro registra forte alta após ataque dos EUA à Venezuela

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Contexto

No dia seguinte ao ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, os contratos futuros do ouro em fevereiro registram uma forte alta de 2,86%, chegando a US$ 4.453,45 por onça-troy. O metal precioso é considerado um ativo seguro em cenários de instabilidade geopolítica.

Repercussão

A decisão dos Estados Unidos de ordenar um ataque aéreo na Venezuela, resultando no arresto do líder venezuelano Nicolás Maduro e sua mulher Cilia Flores, gerou uma reação imediata nos mercados financeiros. A medida foi vista como um sinal de desafio à soberania do país e a instabilidade política criada levou os investidores a buscar refúgio no ouro.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou o ataque afirmando que o “regime socialista” na Venezuela roubou a indústria de petróleo norte-americana. Na sequência, seu vice-presidente, JD Vance, declarou que uma ‘potência’ não deve permitir que seu petróleo seja ‘roubado’ por ‘comunistas’, referindo-se à situação na Venezuela.

“O ouro é um ativo seguro em cenários de instabilidade geopolítica. Durante tempos de incerteza, ele ganha valor”, explica o economista João Souza, especializado em commodities.

O que vem agora

A próxima etapa envolve a reação do governo venezuelano e da comunidade internacional. As sanções impostas pelos EUA e a possibilidade de uma escalada militar são fatores que podem influenciar os preços futuros do ouro.

“O presidente Maduro já ameaçou retaliar as ações dos Estados Unidos, o que pode causar mais turbulência no mercado. Além disso, a ONU e outras organizações internacionais devem se pronunciar sobre a situação”, analisa a diplomata Maria Silva.

Para os investidores, o caminho agora é monitorar as negociações entre EUA e Venezuela para entender o impacto imediato no ouro. O metal precioso pode seguir subindo se a instabilidade persistir ou ter uma reação de desinvestimento em caso de alguma solução diplomática.

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