Parece normal, mas não é legal

Não é normal ministro do STF fazer piada homofóbica com governador de estado, nem chamar o sotaque mineiro de “dialeto próximo do português”, “uma lÃngua lá do Timor Leste”. Ou chamar ex-procurador-geral da República de “bêbado” e “inimputável”, ou decidir com base na frase “parlamentares da Assembleia recebiam mesada do jogo do bicho”. Nem ministro do STJ, cujo filho advogado atua em tribunais superiores, dizer “BrasÃlia está ficando difÃcil”, “todo mundo vendendo voto por aÃ, Brasil afora”.
Não é normal enriquecer por meio de parente-advogado especializado em azeitar movimento processual, não em formular argumento jurÃdico, seja para acelerar, seja para protelar o caso. E se associar a seu pai, marido ou irmão ministro para gerar receita na famÃlia, o parentesco com fins lu
Fontes
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