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PF apura suspeitas de difamação e obstrução de justiça em inquérito sobre influenciadores

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A Polícia Federal foca em duas principais suspeitas de crimes no inquérito aberto no caso Master sobre atuação de influenciadores.
Investigadores avaliam que há indícios de difamação e obstrução de justiça, ou seja, uma tentativa de atrapalhar as investigações ou manipular o resultado das apurações criminais.
A PF mira nesses dois crimes pelos indícios colhidos até aqui. A partir das provas que encontrar no inquérito, espera estabelecer quais condutas criminosas podem ter ocorrido.
A suspeita é de que influenciadores digitais receberam dinheiro para fazer um ataque coordenado contra o Banco Central no caso Master, com falas para desinformar sobre a liquidação do banco Master, dando a entender que teria sido uma ação precipitada ou errada por parte do Banco Central.
Os ataques em si configu

A Polícia Federal (PF) vai investigar se houve obstrução de Justiça no caso dos influenciadores que alegam ter sido procurados para gravar conteúdos com críticas ao Banco Central (BC) e favoráveis ao Banco Master. Este será o principal tipo penal analisado pelos policiais.
O blog apurou que a investigação vai apurar se o movimento pago com publicações favoráveis ao Master tinha como intenção desestabilizar o sistema financeiro brasileiro após o BC decretar a liquidação extrajudicial do banco — decisão que ocorreu em novembro do ano passado.
O inquérito vai avaliar se a série de publicações funcionou como desinformação orquestrada e paga, o que configura crime. Outra prática em análise é se a ação configurou interferência na instrução do processo do Caso Master.
A abertura do inquérito foi

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