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Pix vs. cartão de crédito? Presidente do BC comenta rivalidade

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira (19) que o Pix não compete com os cartões de crédito e que o sistema de pagamentos instantâneos ajudou a ampliar o acesso da população brasileira ao sistema financeiro.
A declaração aconteceu durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, em meio às discussões sobre o impacto do PIX no mercado de pagamentos e às críticas feitas pelo governo dos Estados Unidos ao modelo brasileiro.
Segundo Galípolo, o avanço do PIX contribuiu para aumentar a chamada bancarização da população, processo em que mais pessoas passam a utilizar serviços financeiros formais, como contas bancárias e crédito.
Para o presidente do BC, esse movimento acabou favorecendo também o crescimento do uso de cartõe

13 bancos foram liquidados pelo BC desde 2025, diz Galípolo
Presidente da autoridade monetária disse enfrentar dificuldades para encontrar liquidantes
O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, afirmou nesta 3ª feira (19.mai.2026) que a autoridade monetária liquidou 13 bancos desde 2025. A declaração foi feita durante participação na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), do Senado.
Várias instituições ligadas ao Master entraram em liquidação desde o final de 2025, incluindo corretoras e instituições parceiras. Galípolo afirmou que a regulamentação sobre a liquidação é de 1975.
Ele citou a falta de recursos e de funcionários do BC para fiscalizar bancos. Segundo Galípolo, se o Senado quer ajudar a governança da autarquia é preciso aprovar a PLP (Projeto de Lei Complementar) que

Galípolo diz que reuniões com o Master eram “naturais” diante da crise
Presidente do BC declarou que o fato não tira a seriedade do envolvimento de funcionários da autoridade monetária com Vorcaro
O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, afirmou nesta 3ª feira (19.mai.2026) que as várias reuniões de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, com representantes da autoridade monetária na gestão de Roberto Campos Neto e na atual eram comuns e “naturais” devido às evidências de irregularidades que envolviam o banco.
O presidente, porém, declarou que o fato não tira a gravidade do envolvimento de funcionários do BC com Daniel Vorcaro.
“O BC dialoga com a particularidade do banco. Com as evidências que tínhamos, esse caso demandava atenção especial. Eu não estava nas reuniões, mas é

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