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Políticos têm um olho em 2026 e outro em 2030

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Se é precipitado fazer apostas definitivas sobre o resultado da eleição presidencial que acontecerá daqui a quatro meses, soa a temeridade mergulhar em projeções sobre o cenário de 2030.
No entanto, é exatamente o que já se faz no mundo polÃtico, levando em conta dois fatores: o fim do ciclo de êxitos do PT e a longevidade da era de influência da franquia Bolsonaro no poder central.
As forças que se movimentam no hoje estreito espaço entre os dois polos de direita e esquerda atuam com um olho no peixe da corrida atual e outro no gato do que pode, ou não, vir a ser uma renovação no cardápio de opções e nos critérios de escolhas do eleitorado ainda pautado por estimas e rejeições extremadas.
Começa a circular no centro, na centro-direita e até na direita interessada e

Portugal registou um aumento exponencial de imigrantes que chegaram nos últimos anos, e a comunidade brasileira é, de longe a maior, com mais de 480 mil residentes oficiais. No entanto, a tendência parece estar a inverter-se e muitos estão a começar a sair do paÃs.
Na última edição, o jornal Expresso noticiava: “Imigrantes começam a sair de Portugal para Espanha ou a voltar para casa. São, na maioria, brasileiros”.
As estatÃsticas oficiais portuguesas não apanham com exatidão as saÃdas de imigrantes, e as que existem só estão disponÃveis até 2024, mas várias fontes â associações de imigrantes, grupos de apoio e advogados â confirmam o movimento.
Eu falei, por exemplo, com a Organização Internacional para as Migrações, a agência da ONU que apoia o regresso aos paÃses

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