Prêmio dedicado à mulher negra na Advocacia Pública é lançado em São Paulo

Prêmio dedicado à mulher negra na Advocacia Pública é lançado em São Paulo
A Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo (Apesp) lançará nesta sexta-feira (20) o prêmio Anna Candida da Cunha Ferraz, dedicado a reconhecer o protagonismo feminino no fortalecimento do Estado Democrático de Direito. O evento será realizado às 15h na sede da instituição, localizada na rua Lélio Badaró, 377, Sé, em São Paulo.
Contexto
O prêmio leva o nome de Anna Candida da Cunha Ferraz, que foi procuradora-geral do Estado entre 1975 e 1979. A homenageada será a atual procuradora-geral do Estado, Inês dos Santos Coimbra, primeira mulher negra a assumir o cargo.
O prêmio nasce com o objetivo de ser permanente, reconhecendo trajetórias que fazem diferença na advocacia pública e inspirando novas gerações de procuradoras a ocuparem espaços de liderança com excelência técnica e compromisso institucional. A honraria será concedida anualmente.
Repercussão
A iniciativa da Apesp gerou interesse na comunidade jurídica, especialmente após a escolha da primeira mulher negra a ocupar o cargo de procuradora-geral do Estado. O evento de lançamento foi divulgado em diversos veículos de mídia, destacando a importância dessa homenagem para as mulheres na área jurídica.
“Este prêmio nasce para ser permanente. Queremos reconhecer trajetórias que fazem diferença na advocacia pública e, ao mesmo tempo, inspirar novas gerações de procuradoras a ocuparem espaços de liderança com excelência técnica e compromisso institucional,” afirmou o presidente da Apesp, José Luiz Souza de Moraes.
O que vem agora
A primeira edição do prêmio Anna Candida da Cunha Ferraz será entregue a Inês dos Santos Coimbra, com uma cerimônia solene em homenagem ao seu trabalho. A Apesp espera que o prêmio se torne um importante instrumento para promover a igualdade de gênero na Advocacia Pública.
“A escolha da procuradora-geral como primeira homenageada é uma demonstração clara do compromisso da Apesp com a promoção da diversidade e da inclusão no setor público,” afirmou o presidente da instituição. O prêmio será entregue anualmente, abrangendo tanto procuradores quanto advogados públicos que se destacarem em suas carreiras.
A iniciativa foi bem recebida por diversos grupos de direitos humanos e organizações feministas, que elogiaram a atitude da Apesp em reconhecer o trabalho das mulheres na área jurídica. Contudo, também gerou críticas sobre a necessidade de mais medidas concretas para combater a desigualdade no setor.
Fontes
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