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Pressão e ofensas de Trump: Superquarta terá última decisão de Powell à frente do Fed; relembre

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Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo
O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, terá nesta quarta-feira (28) sua última reunião de decisão de juros no comando do banco central dos Estados Unidos.
A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho. O nome de Warsh será analisado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.
Apesar do fim do mandato como presidente, Powell ainda tem cadeira garantida no Fed e po

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado vai nesta quarta-feira (28) sabatinar e votar a indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União (AGU), para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Messias foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado, mas a indicação foi formalizada somente em abril.
A reunião da comissão está marcada para as 9h. Após análise da CCJ, a indicação deverá ser votada no mesmo dia pelo plenário do Senado. Uma vez aprovado pelo plenário, Messias estará apto a assumir a função.
Cabe somente ao Senado analisar a escolha, que não precisa passar pela Câmara.
Os requisitos para preencher a vaga do STF são: idade superior a 35, notável saber jurídico e reputação ilibada.
Os ministros Renan Filho (T

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (29) para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e precisará da maioria dos votos favoráveis entre os presentes para ser aprovado.
A disputa será voto a voto entre o governo e a oposição.
Independente se for aprovado ou rejeitado na comissão, a indicação será votada no plenário do Senado, onde é necessário o apoio de 41 senadores.
Nas duas etapas, a votação será secreta. Ou seja, não será possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado.
Senadores da base governista projetam uma aprovação tranquila na CCJ e variam entre 43 e 48 votos na projeção do plenário.
A escolha de Lula por Messias em novembro de 2025 deflagrou uma crise

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