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Quaest mede influência de governadores e ex-governadores recentes nas eleições estaduais

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A rodada de abril de 2026 da pesquisa Quaest, em onze estados brasileiros, mostra um mapa eleitoral fragmentado nas disputas estaduais, com parte do eleitorado inclinada à continuidade administrativa e outra parcela defendendo renovação.
Em estados em que os governadores ou ex-governadores recentes mantêm boa avaliação, cresce a percepção de que eles merecem reeleição ou têm condições de transferir capital político a sucessores. Já em outras unidades da federação, prevalece o desejo de mudança total ou parcial, impondo desafios aos grupos no poder.
O cenário varia de favoritismos consolidados mesmo antes do início da campanha, como no Paraná, até disputas acirradas e indefinição em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Reeleição
Elmano de Freitas (PT-CE), Jerônimo Rodrigues (PT-BA), Raquel Lyr

Levantamentos da Quaest em dez estados revelam que o eleitorado brasileiro está dividido sobre o perfil político desejado para os próximos governadores.
Em seis unidades pesquisadas, a maior parcela dos entrevistados afirma preferir candidatos independentes, sem alinhamento com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Os maiores índices de preferência por nomes independentes aparecem em São Paulo (47%), Goiás (46%), Rio Grande do Sul (45%) e Paraná (44%).
No Nordeste, porém, o cenário é diferente. Bahia e Pernambuco registram 47% de preferência por governadores aliados do presidente Lula, enquanto no Ceará esse índice chega a 43%.
Já candidatos associados a Jair Bolsonaro têm melhor desempenho no Sul e em parte do Centro-Oeste,

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