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Quando séries passam a explicar o que já está na tela

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Para quem, como eu, acompanhou “Stranger Things” desde a estreia, a diferença entre a primeira e a quinta temporada salta aos olhos. A série começou apoiada em uma atmosfera nostálgica, com trama e personagens que se desenvolviam aos poucos. Com o tempo, passou a dizer sempre o óbvio, repetir emoções em voz alta e abandonar qualquer senso de urgência na aventura.
E creio que não seja um caso isolado: a crÃtica apontou problemas semelhantes na última temporada de “Game of Thrones”, em várias produções recentes da Marvel e em séries de enorme audiência como “Emily in Paris”, que são entretenimento que funciona mesmo sem atenção plena.
A literatura sobre economia da atenção ajuda a entender por que esse tipo de escolha se tornou atraente para os estúdios. Em uma revisão

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