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Rachas no PL e na família Bolsonaro extrapolam aliança com Ciro Gomes e se estendem a outros estados

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O imbróglio da famÃlia Bolsonaro em torno do apoio a Ciro Gomes (PSDB) no Ceará expôs um cenário de crises internas e disputas de poder dentro do PL que se estende para outros estados.
O partido, que convivia sob um duplo comando de Valdemar Costa Neto e Jair Bolsonaro, viu os atritos se acirrarem com a prisão do ex-presidente, que cumpre pena em regime fechado desde o mês passado após a condenação no processo sobre a trama golpista.
Sem uma liderança coesa, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, os filhos do ex-presidente, Flávio, Eduardo e Carlos, e a ala do partido alinhada ao centrão disputam espaços e tentam influir na formação dos palanques para 2026.
A cúpula do PL realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (2) para aparar arestas e definir uma rotina de de

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recuou da data que havia anunciado para a sabatina do indicado de Lula para o STF (Supremo Tribunal Federal), Jorge Messias, em uma tentativa de retomar o controle sobre o processo.
Até poucos dias atrás, Alcolumbre queria avançar com a avaliação do postulante ao STF mesmo sem o governo ter enviado os documentos necessários para oficializar a indicação, mas não teve apoio suficiente na Casa e recuou da ideia.
Ministros do STF são indicados pelo presidente da República, mas só assumem o cargo após sabatina e aprovação pelo Senado. à necessário o voto favorável de ao menos 41 dos 81 parlamentares da Casa.
A data anunciada por Alcolumbre antes de o governo enviar a papelada deu a Lula o poder de manter ou cancelar a sabatin

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