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Rappi nega vínculo no STF e entregador fala em “autonomia ilusória”

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Rappi nega vínculo no STF e entregador fala em “autonomia ilusória”
Em julgamento sobre “uberização”, advogados de entregador e da CUT dizem que plataforma exerce controle e precariza; a empresa afirma só intermediar serviços
O representante da Rappi e ministro aposentado do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Márcio Eurico Vitral Amaro, afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a empresa atua só como plataforma digital e não como prestadora de serviços de transporte. A Corte começou a analisar nesta 4ª feira (1º.out.2025) se trabalhadores de aplicativos têm vínculo de emprego com as companhias.
“A Rappi não vende nada, não transporta ninguém. Ela só conecta quem quer vender um bem ou serviço a quem deseja comprar. Não há os pressupostos legais de uma relação de emprego”, disse Márcio

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