Notícia

Refit: a fraude bilionária que nasceu no Rio e se espalhou pelo país – O Assunto #1722

Por Publicado Atualizado

A operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (15), revelou que a dívida ativa do grupo Refit com a União e Estados ultrapassa os R$ 50 bilhões – Rio de Janeiro e São Paulo são as maiores vítimas. A refinaria é acusada de operar um complexo esquema de sonegação de impostos na venda de combustíveis. De acordo com a PF, o esquema liderado pelo empresário Ricardo Magro ganhou tração na gestão do ex-governador fluminense Cláudio Castro (PL), que assumiu o Palácio Guanabara em 2020. Segundo as investigações, a operação se espraiou pela máquina estadual, com tentáculos na Procuradoria-Geral, na Fazenda, no Judiciário e na Alerj. As conexões políticas de Magro garantem negócios para a Refit também em outros estados. É o caso do Amapá, onde a PF também investiga um e

Advogado-geral da União e indicado ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, e presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). — Foto: Ricardo Stuckert / PR
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (18) mostra que, apesar de considerada uma derrota histórica do governo, a rejeição de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF), não chegou ao conhecimento de mais da metade dos brasileiros.
Segundo o levantamento, 59% das pessoas não souberam que o advogado-geral da União foi recusado para a vaga na Corte pelo Senado Federal, no dia 29 de abril.
Dentre os 41% que disseram ter tomado conhecimento, 19% afirmaram estar bem informados, 18% mais ou menos, e 4% mal informados.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.