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Reforma do Judiciário não pode ser obra de gabinete ou produto de ressentimento político, diz Celso de Mello

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Para o ministro aposentado e ex-presidente do STF (Supremo Trubunal Federal) Celso de Mello, um redesenho nas instituições de Justiça não deve ser “obra de gabinete, produto de ressentimento polÃtico, reação episódica a decisões judiciais ou instrumento de pressão conjuntural sobre juÃzes e tribunais”.
Segundo ele, a discussão sobre as diversas propostas de reforma do Judiciário que apareceram nas últimas semanas é “importante, legÃtima e necessária”, pois “nenhuma instituição republicana está imune ao debate público”.
As opiniões do ministro foram veiculadas em texto publicado no jornal Integração, de TatuÃ, cidade do interior paulista e terra natal de Celso de Mello, e encaminhado à Folha. A publicação é editada pelo jornalista José Reiner Fernandes, amigo de lon

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