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Reforma do MEI e Previdência são urgentes para evitar colapso, diz Marcos Mendes

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O Brasil precisa atacar pontos sensíveis do orçamento, como o regime dos Microempreendedores Individuais (MEI), a Previdência e os supersalários, para evitar uma crise fiscal em até dez anos.
O alerta é de Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, que defende um pacote de medidas duras e de difícil aprovação política, mas essenciais para estabilizar a dívida pública e reduzir a pressão sobre os juros.
Segundo Mendes, o rombo causado pelo MEI, que soma cerca de R$ 700 bilhões, ameaça comprometer a Previdência.
“Se não resolvermos isso (MEI), vamos arrebentar a Previdência em dez anos. ”
Ele defende aumentar a contribuição, limitar benefícios e retomar regras de correção do salário mínimo e dos pisos constitucionais de saúde e educação pela inflação.
Outra frente, segundo e

A relação do jornalismo profissional com as plataformas de Inteligência Artificial (IA) e redes sociais foi um dos temas centrais do debate “O Futuro do Negócio do Jornalismo”, que aconteceu na manhã desta terça (30) no Insper.
O debate reuniu Luiz Frias, publisher da Folha e presidente do Conselho de Administração do Grupo UOL, e Erick Bretas, CEO do jornal O Estado de S. Paulo, sob a mediação de André Lahoz Mendonça de Barros, diretor de Marketing e Conhecimento do Insper.
O evento com Frias e Bretas foi o último de uma rodada de discussões sobre a sustentabilidade financeira do jornalismo profissional em um cenário de transformação dos modelos tradicionais.
A série de debates intitulada “Como financiar o jornalismo de qualidade?” foi organizada pelo Núcleo Celso Pinto

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta terça-feira (30) que participa da discussão de um projeto de lei contra sanções estrangeiras a autoridades e entidades brasileiras.
A afirmação foi feita a jornalistas após uma palestra na qual o ministro defendeu que o Brasil discuta formas de aumentar a sua autonomia digital e reduzir a dependência das big techs.
“Nós estamos nos debruçando sobre um debate de lei anti-embargos para proteger as autoridades e também aquelas chamadas entidades que sofrem sanções secundárias, como bancos e prestadores de serviços”, disse Gilmar, depois de participar de um evento do grupo Lide, em BrasÃlia.
“à preciso entrar um pouco neste mundo e discutir isso, e acho que o Congresso é o locus adequado para esse tipo de

Uma paralisação pelo governo de Donald Trump no envio de medicamentos e ajuda humanitária a países africanos impactou o combate à malária e resultou na morte de crianças. Informação consta em investigação do jornal The Washington Post, publicada hoje.
O que aconteceu
Ordem de suspensão de ajuda externa foi emitida em janeiro de 2025 pela gestão Trump. No período, um memorando assinado pelo governo republicano instruiu a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) e agências diplomáticas a suspenderem novas obrigações de assistência médica ao exterior e emitirem ordens de paralisação de contratos existentes por 90 dias para revisão, conforme a apuração do Post.
Nos meses seguintes, programas de saúde globais voltados para combate à malária e ao HIV paralisaram. I

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