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Relator da indicação de Jorge Messias ao STF espera 16 votos favoráveis na CCJ

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O relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, o senador Weverton Rocha (PDT-MA), estima 16 votos favoráveis na Comissão de Constituição e Justiça, que sabatina o advogado-geral da União nesta quarta-feira (29).
Para ser aprovado, Messias precisa de, no mínimo, 14 votos na CCJ.
“Olha, depois desses quatro meses, o ministro indicado, Jorge Messias, consegue chegar à CCJ convencido de que conseguiu conversar com senadores e se viabilizar com os votos necessários. […] Nesses momentos de voto secreto, ele não é muito mensurado, mas você consegue sentir. Eu chutaria pelo menos 16 [votos]”, antecipou durante coletiva de imprensa.
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Indicado de Lula para vaga no STF, Messias é sabatinado na CCJ do Senado — Foto: Reuters/Jorge Silva
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, está sendo sabatinado nesta quarta-feira (29) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ele foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar o assento vago no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025.
Ao longo de sua fala, o ministro citou alguns intelectuais, como o jurista Rui Barbosa e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Ulysses Guimarães. Messias também trouxe falas das suas referências.
Saiba quem são as personalidades citadas por Jorge Messias:
Pontes de Miranda
Advogado e jurista brasileiro, é citado com frequência em tribunais

Leia a íntegra do discurso de Messias em sabatina na CCJ
Advogado-geral da União defendeu um STF mais colegiado, discreto e autocontido, com respeito às competências dos demais Poderes
O advogado-geral da União, Jorge Messias, discursou no Senado por 38 minutos nesta 4ª feira (29.abr.2026), durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal, aberta após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, em 2025.
No início do discurso, Messias ficou com a voz embargada ao contar sobre sua história e sua família. Também defendeu um STF mais colegiado, discreto e autocontido, com respeito às competências dos demais Poderes. Segundo ele, a Corte deve buscar aperfeiçoamento

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