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Relatora deve pedir cassação de Castro no TSE, mas desfecho do julgamento deve ser adiado

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O julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e do presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), Rodrigo Bacellar (União Brasil), deve ser iniciado nesta terça-feira (4), mas logo suspenso por um pedido de vista âmais tempo para análise.
A expectativa, no entanto, é a de que o caso volte à pauta do tribunal ainda neste ano.
A ministra Isabel Gallotti relata o processo e deve votar pela cassação de ambos. Se a posição for confirmada por ela e pelo colegiado, os dois também ficam inelegÃveis por oito anos.
Um dos demais magistrados deve interromper a análise, mas devolver o caso ao plenário ainda neste ano. A inclusão na pauta depende da presidente do TSE, Cármen Lúcia.
Nos bastidores, há um incômodo pelo fato

A PolÃcia Federal faz um pente-fino sobre emendas parlamentares apresentadas por 92 polÃticos que têm ou tiveram mandato no Congresso para decidir se pede a abertura de novos inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal) para apurar eventuais crimes, como corrupção e prevaricação.
Ao mesmo tempo, as cidades e entidades que receberam esses recursos correm para tentar regularizar suas situações e evitar que a ausência de dados sobre o uso das emendas se transforme em investigações policiais.
A análise da PF foi iniciada em setembro a partir de ordem do ministro Flávio Dino, do Supremo. Ele se baseou em uma nota técnica do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre emendas individuais de deputados e senadores ao Orçamento, apresentadas de 2020 a 2024.
O TCU aponta que, até 1º de

O PT deverá reforçar a pressão pela criação do Ministério da Segurança Pública em um seminário sobre o tema que promoverá nos dias 1º e 2 de dezembro no Rio de Janeiro.
O partido sabe que é improvável que a pasta saia do papel ainda neste mandato, então mira no próximo, em caso de reeleição de Lula.
“Eu defendo que temos de criar, não dá para um tema que fica atrás apenas da saúde em importância para as pessoas, segundo as pesquisas, não ter um ministério próprio”, diz o presidente do partido, Edinho Silva.
O Ministério da Segurança Pública foi promessa de campanha de Lula em 2022, mas nunca colocado em prática, sobretudo por causa da resistência dos dois ministros da Justiça do atual governo: Flávio Dino e agora Ricardo Lewandowski.
Ambos exigiram que a ár

Após oito anos no poder em um regime autoritário, e mais sete entre regime de transição e governo provisório, Getúlio Vargas passou a sofrer pressão de diversos setores polÃticos, e especialmente das Forças Armadas, para renunciar à Presidência da República em 1945.
Apesar da vontade de seguir no poder, ele precisou escolher um sucessor diante da oposição aberta. Tentou ter controle sobre a transição a um novo regime, sem sucesso, e buscou se aproveitar do queremismo, movimento que pedia sua permanência.
As pretensões do então presidente esbarraram em cisões internas do regime varguista, com interesses diferentes nas eleições. Isso explica a contradição entre a renúncia, a contragosto, e a força da imagem do então ocupante do Palácio do Catete.
Segundo documentos

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