Notícia

Secretário de Segurança do RJ diz foi que Ministério da Defesa que negou blindados; PF foi informada de operação ‘desde o início’

Por Publicado Atualizado

O secretário de Segurança Pública do RJ, Victor Santos, disse que houve “confusão” em torno do apoio do governo federal à megaoperação realizada na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
Ao Estídio i, ele detalhou que a ajuda negada partiu do Ministério da Defesa – um pedido de blindados militares – e não do Ministério da Justiça ou da Polícia Federal, com quem, segundo ele, a troca de informações ocorreu desde o início do planejamento.
A operação, considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro, resultou em mais de 120 mortes.
Troca de informações com PF desde o início
Santos fez questão de ressaltar a “boa integração” entre as polícias do Rio e a Superintendência da Polícia Federal no estado. Ele confirmou que a PF foi comunicada sobre a operação d

Dez criminosos da cúpula do Comando Vermelho, que estavam presos em Bangu 3, foram transferidos na noite de ontem para Bangu 1, a penitenciária de segurança máxima do estado.
O que aconteceu
Transferência dos criminosos tem caráter provisório. O Governo do Rio de Janeiro afirmou que o grupo está em isolamento até que os processos para a transferência solicitada pelo governador Cláudio Castro sejam concluídos.
Castro solicitou que lideranças do CV sejam transferidas para diferentes presídios federais. Os trâmites estão em andamento entre o estado e o Tribunal de Justiça.
Objetivo é dificultar a comunicação entre eles. Equipe de segurança pública do Rio espera que, com isso, a estrutura do CV dentro do sistema prisional seja enfraquecida.
Cúpula da facção criminosa é apontada de comandar, de

Ministério Público pede laudos detalhados dos mortos em operação no RJ
Procuradoria estabeleceu prazo de 48 horas para o IML (Instituto Médico Legal) fornecer informações sobre vítimas da megaoperação nos complexos da zona norte
O MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro solicitou que o IML (Instituto Médico Legal) envie informações sobre as perícias dos mais de 100 mortos pela megaoperação realizada na 3ª feira (28.out). Eis a íntegra do ofício (PDF – 53 kB).
Assinado por Julio José Araujo Junior, procurador Regional dos Direitos do Cidadão Adjunto, o documento pede uma resposta em 48 horas “dada a urgência do tema”. O ofício foi enviado ao diretor do IML, André Luís dos Santos Medeiros, nesta 4ª feira (29.out.2025).
O MPF também solicitou que o IML se atente aos seguintes itens

Presidente da Colômbia condena ação policial no Rio de Janeiro
Gustavo Petro diz que megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, a mais letal da história, é uma bárbarie
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro (Colômbia Humana, esquerda), condenou nesta 4ª feira (29.out.2025) a megaoperação feita na pela Polícia Civil e Militar do Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou 119 mortos, segundo o governo.
Em post no X, o líder colombiano declarou que as “lutas contra as gangues não passam de barbárie” e que “o mundo da morte se apodera da política”. A operação Contenção, deflagrada na 3ª feira (28.out), foi a mais letal da história e teve como alvo a facção CV (Comando Vermelho). Das 5 ações mais letais, 4 foram no governo de Cláudio Castro (PL).
O governo do Rio de J

“NY Times” associa operação no Rio a pedido de Flávio por ataque dos EUA
Jornal norte-americano lembrou fala do senador sugerindo ataque a navios no Rio e relacionou declaração de Castro com Trump
O jornal norte-americano The New York Times relacionou a megaoperação realizada na 3ª feira (28.out.2025), no Rio de Janeiro, à publicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) feita na última semana sugerindo intervenção dos Estados Unidos para lidar com supostos navios de traficantes na Bahía de Guanabara.
A publicação lembra que o senador falou sobre ter “inveja” do governo de Donald Trump (Partido Republicano) por investir em ataques contra narcotraficantes no Oceano Pacífico.
“Ouvi dizer que há barcos como este aqui no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, inundando o Brasil com drogas. Você n

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.