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Sem citar Master, Fachin defende distanciamento de juízes ‘das partes e dos interesses em jogo’

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Em meio à crise de imagem do STF (Supremo Tribunal Federal) devido à s repercussões da investigação sobre o Banco Master, o presidente da corte, Edson Fachin, defendeu que magistrados atuem com “saudável distanciamento das partes e dos interesses em jogo”.
A declaração ocorreu nesta terça-feira (10), durante reunião com presidentes de tribunais superiores e de tribunais de segunda instância. Fachin não citou o inquérito sobre as fraudes nem os desgastes que atingem atualmente o ministro Alexandre de Moraes.
“No nosso paÃs, o saudável distanciamento que mantemos das partes e dos interesses em jogo é o que permite, na prática, um mÃnimo de justiça social. A imparcialidade não é frieza, é condição de possibilidade da equidade”, afirmou Fachin.
“Enquanto ainda não tivermos

Fachin defende limites à penduricalhos e fala em crise de confiança
Em reunião com os presidentes dos tribunais brasileiros, ministro do STF declarou que o Judiciário não pode ficar preso à ” interesses paroquiais”
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, iniciou a reunião com os presidentes de todos os tribunais brasileiros nesta 3ª feira (10.mar.2026) falando sobre a “crise da confiança pública” no Judiciário e as controvérsias sobre os penduricalhos, que inflam os salários dos juízes. Ele afirmou que os magistrados não podem ficar indiferentes às “mazelas” da população nem às demandas por ética e transparência.
No discurso, o ministro afirmou que o Judiciário não pode ficar aprisionado “em interesses paroquiais, em conveniências econômicas ou em cálculos po

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