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Skaf envia carta crítica ao Banco Central sobre Selic e pede encontro com Galípolo

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Skaf envia carta crítica ao Banco Central sobre Selic e pede encontro com Galípolo

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, enviou na noite desta quarta-feira (28.jan.2026) uma carta ao chefe do Banco Central, Gabriel Galípolo, criticando o patamar elevado da Selic, que segue em 15% ao ano.

Contexto

A decisão do Banco Central em manter a taxa básica de juros no maior nível desde julho de 2006 levou Skaf a enviar uma carta com críticas. O documento, que já foi publicado (leia ao final desta reportagem), foi enviado depois da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e causa preocupação na economia.

Skaf se coloca ‘à inteira disposição para um encontro institucional’ e diz querer ‘debater os rumos do Brasil’. O empresário elogia Galípolo, afirmando que guarda a mais positiva impressão dele como presidente do Banco Central. No entanto, Skaf argumenta que a manutenção dos juros nesse nível restritivo impõe um prejuízo severo ao povo brasileiro e causa ‘asfixia’ econômica.

‘Empresas sólidas sofrem desvalorização, a inadimplência cresce em níveis alarmantes e o incentivo ao investimento torna-se inexistente. Por que empreender, inovar ou expandir operações se o capital é mais bem remunerado na inércia da renda fixa?’, questiona Skaf.

Repercussão

A reação do mercado financeiro à carta de Skaf foi imediata. Investidores e economistas têm acompanhado com atenção as movimentações no setor empresarial, especialmente em relação às políticas monetárias.

Reação do setor empresarial

Muitos empresários concordam que a alta Selic causa dificuldades para o crescimento econômico. No entanto, eles questionam se uma reunião entre Skaf e Galípolo terá impacto significativo na decisão do Banco Central.

Reação dos economistas

Economistas especializados em política monetária têm observado que, apesar da influência do setor empresarial no debate econômico, as decisões sobre a Selic são baseadas em análises técnicas e macroeconômicas.

O que vem agora

Os próximos passos incluem uma reunião entre Skaf e Galípolo se concretizar. No entanto, a possibilidade de mudanças na Selic ou em outras políticas monetárias ainda é incerta.

Possíveis impactos

Se a reunião ocorrer, pode haver discussões mais profundas sobre a economia brasileira e as possíveis alterações nas taxas de juros. Isso poderia levar a uma reconsideração da política monetária do Banco Central.

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