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STF forma maioria para condenar núcleo de “fake news” da trama golpista

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta terça-feira (21) para condenar os sete réus do chamado “núcleo 4” da trama golpista investigada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
O grupo é acusado de usar a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionar adversários políticos e disseminar notícias falsas com o objetivo de criar instabilidade institucional e favorecer uma tentativa de golpe de Estado.
O voto que consolidou a maioria foi dado pela ministra Cármen Lúcia, que acompanhou integralmente o relator, ministro Alexandre de Moraes.
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Ambos defenderam a condenação por cinco crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrátic

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta terça-feira (21) para condenar os sete réus do núcleo 4 da trama golpista.
O grupo é acusado de disseminar notícias falsas para criar uma instabilidade institucional que favorece uma tentativa de golpe de Estado.
Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), os réus usaram a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para espionar adversários políticos, criar e espalhar informações falsas contra o processo eleitoral, instituições democráticas e autoridades que ameaçavam os interesses golpistas.
O voto da maioria foi dado pela ministra Cármen Lúcia. A Primeira Turma tem 5 integrantes. Cármen seguiu o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes, e votou pela condenação dos sete réus por cinco cr

Moraes pede vista e suspende julgamento da desoneração da folha
Ministro tem 90 dias para analisar processo sobre constitucionalidade da lei que prorrogou benefício fiscal para 17 setores econômicos até 2027
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu vista (mais tempo para análise) nesta 3ª feira (21.out.2025) e adiou o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que prorrogou a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. Agora, o magistrado tem 90 dias para analisar o processo antes de devolvê-lo.
Três ministros já haviam votado antes do pedido de Moraes. O relator do caso, Cristiano Zanin, manifestou-se na 6ª feira (17.out) pela suspensão da lei aprovada pelo Congresso. Foi seguido por Gilmar Mendes e Edson Fachin (presidente do STF). O

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