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STF julga no dia 20 se Bolsonaro podia bloquear cidadãos em redes oficiais

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O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 20 de maio o julgamento de duas ações que discutem se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderia bloquear cidadãos de suas redes sociais oficiais enquanto ainda ocupava o cargo de presidente da República. Os casos são relatados pela ministra Cármen Lúcia e pelo ministro André Mendonça.
Um dos mandados de segurança analisa se Bolsonaro poderia bloquear um cidadão em sua conta no Twitter (agora, X) sem violar direitos fundamentais. O caso foi apresentado ao STF pelo jornalista William de Luca Martinez em 2020, que pediu à Corte o desbloqueio de seu perfil, alegando que a medida representou censura e abuso de poder.
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Vice-presidente lamentou deci

A rodada de pesquisas Genial/Quaest divulgada no final de abril, com as intenções de votos na corrida pelo governo de dez estados, indica um cenário desafiador para candidatos petistas e vantagem para aliados de Flávio Bolsonaro (PL) nos dois maiores colégios eleitorais do paÃs.
Dos 10 estados com os levantamentos, em 3 há vantagem de polÃticos afinados com Flávio âSão Paulo, Minas Gerais e Paraná. Apoiadores de Lula (PT) despontam à frente em 2 (Rio de Janeiro e Pernambuco).
Além disso, em 3 estados há empate técnico (Bahia, Pará e Rio Grande do Sul), em 1 (Goiás) a vantagem é de um aliado de Ronaldo Caiado (PSD) e, em outro (Ceará), um quadro indefinido de candidaturas que, dependendo da configuração, poderia ser favorável tanto a Lula quanto a Flávio.
Da lista das pe

A rejeição histórica da indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) foi lida por lideranças partidárias como um sinal do isolamento do presidente Lula (PT) nesta eleição. A avaliação é que está em curso uma reorganização de forças em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que está empatado com o presidente nas pesquisas de intenção de voto para o segundo turno.
O cálculo é que a rejeição não tira votos do petista, mas o episódio ilustra como partidos do centrão se afastaram de Lula, que nesta eleição deve contar com uma aliança restrita a partidos de esquerda. Esse cenário, sim, teria capacidade de prejudicá-lo eleitoralmente a longo prazo.
Do lado petista, a avaliação é a que o presidente deverá reforçar o discurso antissistema que

“Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada!”, discursou Jair Bolsonaro na sede do clube Hebraica, no Rio de Janeiro, em abril de 2017. Ãquela altura, era deputado federal e se preparava para a disputa no ano seguinte da Presidência da República, da qual saiu vitorioso.
“Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa”, disse Bolsonaro, aplaudido por cerca de 300 integrantes da comunidade judaica.
Esse episódio foi um estalo para o historiador e sociólogo judeu Michel Gherman se lançar à s reflexões que resultaram no livro recém-lançado “Diálogos em Tempos DifÃceis”.
“Bolsonaro se transforma em racista no clube judaico usando referências tÃpicas do nazismo”, afirma Gherman, professor da UFRJ (Universidade Fe

Enquanto o Congresso Nacional segura a PEC da Segurança Pública, o governo Lula (PT) marcou a data para lançar o Programa Brasil contra o Crime Organizado: será no dia 12 de maio.
A previsão inicial era lançar o programa ainda em abril, mas os últimos detalhes só foram acertados nesta segunda (4). Por causa da viagem de Lula aos Estados Unidos, o lançamento ficou para a próxima semana.
O martelo foi batido durante uma reunião do presidente Lula com o ministro da justiça, Wellington César Lima e Silva, que está na corda bamba. Aliados de Lula defendem que o presidente troque o chefe da pasta e escolha Jorge Messias como novo ministro da Justiça.
O Planalto quer uma cerimônia ampla, com a presença inclusive de governadores e prefeitos. Nesta semana, os convites começam a se

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