Tem coisas que a gente prefere não saber

Em uma pesquisa sobre saúde, finanças e caracterÃsticas pessoais, em 32% dos cenários apresentados, quem respondeu preferiu não saber uma informação útil, embora potencialmente desagradável. Informação que poderia orientar o tratamento, a renegociação ou a correção de rota. Ao reduzir a margem para relativizar o problema, receber uma má notÃcia antecipa consequências e frustrações que talvez ainda parecessem distantes.
Em temas de saúde, essa disposição parece variar conforme a gravidade da notÃcia e a clareza sobre o que pode ser feito depois dela. Em uma meta-análise com 92 estudos em 25 paÃses, a evitação foi menor para diabetes (24%) e maior para Huntington (40%) e Alzheimer (41%). Essa diferença pode indicar que o custo de saber cresce quando a informação pa
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