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TJ de MT paga R$ 28,4 mi em valores extras a magistrados e é alvo de denúncia no CNJ

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso pagou valores extras em dezembro a magistrados da Corte que variaram de R$ 1.097,49 a R$ 123.217,66, segundo planilha elaborada pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado (Sinjusmat) com base em dados da própria corte.
Ao todo, os pagamentos somaram R$ 28.485.472,21, distribuídos a 323 magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso em dezembro de 2025, conforme o levantamento do sindicato.
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A planilha elabo

O presidente Lula (PT) entra no ano eleitoral alavancado politicamente por pautas nacionais e internacionais que fortaleceram uma imagem de defesa da soberania do Brasil, associado ao avanço em agenda cara para seu eleitorado.
A situação é diferente do inÃcio de 2025, quando o governo federal buscava aplacar uma sequência de crises na imagem pública âsendo as principais a divulgação de notÃcias falsas em torno do Pix. O momento serviu de prato cheio para a oposição, que dominou a narrativa nos temas econômicos.
O novo ano começa, porém, com o risco de temas espinhosos voltarem à cena com a crise da Venezuela e investigações que miram um dos filhos do presidente. Além disso, há indefinição na montagem de palanques em colégios eleitorais importantes, como Minas Gerais.
Em

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, órgão que presta assistência jurÃdica gratuita a pessoas que não podem pagar por advogados, faz 20 anos nesta sexta-feira (9) em meio a tensões internas.
A instituição se fortaleceu e expandiu sua atuação por todo o estado. Parte da carreira, porém, critica um afastamento do foco social original do órgão e a adoção de práticas semelhantes à s de outras instituições do Judiciário, como a ampliação de benefÃcios e pagamentos adicionais a seus membros.
“A Defensoria hoje faz diferença em São Paulo, além de servir de modelo para outros estados, mas percebemos o crescimento de um espÃrito corporativista forte”, diz a professora da FGV Direito SP Luciana Gross, integrante do Conselho Consultivo da Defensoria na cadeira de notÃ

Defendido por nomes do PT próximos ao presidente Lula para substituir Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça, o coordenador do grupo jurÃdico Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, afirma que não houve um convite formal para o cargo, mas que pretende seguir atuando na sociedade civil.
“Estou absolutamente tranquilo com essa sucessão. Acredito que o presidente vai fazer a melhor escolha possÃvel e que tem grandes opções para poder permitir que o governo continue avançando frente aos desafios da segurança pública e a outros temas relacionados ao Ministério da Justiça”, diz ao Painel.
Carvalho se diz honrado com a lembrança. “Mas acho que o presidente imagina que posso cumprir um outro papel”, disse. “Pretendo seguir na sociedade civil, onde quero auxiliar o presidente

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