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TSE reinicia julgamento que pode levar à cassação do governador de Roraima

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou nesta terça-feira o julgamento do processo que pode levar à cassação do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), e do vice Edilson Damião (Republicanos), por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A ação foi liberada para análise no último dia 5 pelo ministro André Mendonça, que em agosto havia pedido vista e paralisado a deliberação.
Nos bastidores do tribunal, a avaliação é de que a análise pode ser paralisada novamente por um novo pedido de vista após o voto de Mendonça.
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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), votou nesta terça-feira (11) pela cassação do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), e do vice, Edison Damião (Republicanos).
Segundo o ministro, a criação do programa social Cesta da FamÃlia e a execução indevida do programa Morar Melhor, ambos em 2022, ano eleitoral, seriam as duas condutas que caracterizam o abuso que resultariam na perda do mandato.
O governador foi reeleito com diferença de 44 mil votos de diferença para o segundo lugar. Mendonça afirmou que a considerar apenas os beneficiários dos dois programas, haveria quantidade superior à distância entre os candidatos.
“Quanto ao aspecto qualitativo, as duas condutas também reputam reprovabilidade, por ter nelas a exploração da extrema pobre

Antonio Denarium e Edilson Damião (de gravata vermelha) quando tomaram posse como governador e vice em Roraima — Foto: Ale-RR/Divulgação/Arquivo
Um novo pedido de vista — mais tempo para análise — suspendeu o julgamento sobre a cassação do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), e do vice Edilson Damião (Republicanos), nesta terça-feira (11) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa é a terceira vez que o processo é paralisado na Corte.
O TSE julga um processo em que os dois respondem por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A ação começou a ser julgada há mais de um ano na Corte (entenda abaixo).
O pedido de vista foi feito pelo ministro Nunes Marques e ainda não há data para a retomada do julgamento. Pelas regras do TSE, o pedido pode durar até 60 dias.
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