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União de governadores da direita esfria em meio a incerteza de Bolsonaro

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Ensaiada dois meses atrás, a iniciativa de governadores de direita em busca de unidade contra a gestão Lula (PT), incluindo a realização de reuniões periódicas, perdeu fôlego diante de rachas no segmento, da desconfiança do clã Bolsonaro e da relutância do ex-presidente em indicar um sucessor para 2026.
Nesse intervalo, Lula recuperou parte de sua popularidade, saiu da defensiva na relação com o Congresso e viu as ruas ocupadas por manifestantes de esquerda contrários à anistia a Jair Bolsonaro (PL) e à PEC da Blindagem, em uma mobilização inédita desde as eleições de 2022.
A tentativa de união na direita ainda esbarrou em disputas internas, como a exposta na recente troca de ataques envolvendo o governador de Goias, Ronaldo Caiado (União Brasil), e o senador e presiden

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O comentário é geral: tanto na oposição como no primeiro escalão do Executivo, a percepção é de que o governo Lula surfa uma boa maré. Um ministro muito experimentado e atento à cena política fez o seguinte diagnóstico à coluna: “O governo melhorou muito por vários motivos: combate à pobreza, justiça tributária — que beneficia a classe média e empreendedores —, redução da inflação e emprego bombando”.
Na opinião dele, o fato novo é a queda da inflação de alimentos. “O juro alto reduz investimento, o que poderia ser ruim, mas em compensação a inflação dos alimentos despencou. O tarifaço aumentou a oferta momentaneamente, e o juro alto contribuiu para conter os preços. Isso ajuda na popularidade. De quebra, ainda deu uma n

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