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Adoçantes artificiais podem alterar o metabolismo de gerações futuras, indica estudo

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O uso de adoçantes não nutritivos (NNS), como a sucralose e a estévia, tem sido amplamente adotado como uma estratégia para reduzir a ingestão de calorias e controlar o peso. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já questionou os benefícios a longo prazo dessas substâncias, sugerindo que elas podem não auxiliar no controle de peso e podem estar ligadas a riscos aumentados de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade do Chile, publicado na revista Frontiers in Nutrition, traz um alerta ainda mais profundo: os efeitos desses adoçantes podem ser transmitidos para as gerações seguintes, mesmo que os descendentes nunca tenham consumido os aditivos.
Impacto genético e inflamação
A pesquisa analisou três gerações de camundong

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