Como EUA ficaram para trás na corrida das terras raras — e como querem voltar ao jogo

Publicidade
Os Estados Unidos sabem há anos que sua economia depende de materiais que não consegue controlar. Os metais de terras raras que alimentam os caças F-35, veículos elétricos e iPhones vêm, em sua maioria, de um único lugar: a China.
Agora, após anos de alertas, essa dependência deixou de ser uma vulnerabilidade abstrata para se tornar uma questão central no comércio global. Um acordo entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping no início deste mês afastou os EUA da beira do pânico — ao menos por enquanto —, mas a vulnerabilidade de longo prazo da cadeia de suprimentos permanece.
As regras planejadas por Pequim, com entrada em vigor em 1º de dezembro, exigiriam uma licença para qualquer empresa em qualquer lugar do mundo exportando até mesmo quantidades mínimas
Siga o Olhar Digital no Google Discover
Tudo sobre Inteligência Artificial
Llion Jones, cientista da computação que ajudou a revolucionar a inteligência artificial com o artigo “Attention Is All You Need” – marco que introduziu a arquitetura Transformer – afirmou que o Reino Unido precisa ser “corajoso” ao definir suas estratégias para IA.
Em entrevista à BBC Wales, ele alertou que tentar competir diretamente com os “hiperescaladores” dos Estados Unidos e da China é uma rota perdida.
Foco em inovação
Segundo Jones, que também já passou pelo Google e hoje é diretor de tecnologia da Sakana AI, empresas britânicas e galesas deveriam focar em inovação diferenciada, criando ambientes que ofereçam liberdade para pesquisa especulativa e novos caminhos para o desenvolvimento da tecnologia.
“Você n
Siga o Olhar Digital no Google Discover
Cansadas de depender da geopolítica e de suprimentos instáveis, montadoras nos EUA e na Europa estão correndo atrás de alternativas para os ímãs de terras raras usados em motores elétricos. A China domina a extração e o processamento desses metais, tornando o fornecimento um risco estratégico.
BMW, GM e startups testam motores que não utilizam neodímio, disprósio ou térbio, enquanto pesquisadores tentam criar materiais exóticos e sintéticos, incluindo compostos encontrados em meteoritos. O objetivo é manter a produção, reduzir custos e tornar a tecnologia mais resiliente, mesmo diante de crises globais e tensões geopolíticas, segundo o The New York Times.
Novas tecnologias e materiais
As montadoras buscam materiais e tecnologias capazes de substituir
Defesa de Garnier recorre ao STF e pede envio do caso à 1ª Instância
Ex-comandante da Marinha foi condenado a 24 anos de prisão por envolvimento em tentativa de golpe de Estado em 2022
Os advogados de Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, apresentaram na 2ª feira (24.nov.2025) embargos infringentes para que o caso seja remetido para a 1ª instância da Seção Judiciária do Distrito Federal. Ele foi condenado a 24 anos de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por envolvimento na tentativa de golpe de Estado em 2022.
A defesa de Garnier pede que a 1ª Turma do STF seja declarada incompetente para julgar o processo. Caso o pedido não seja atendido, os advogados solicitam a revisão da pena que, inicialmente, será cumprida sob regime fechado.
Os advogados optaram por apresentar embargos inf
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/business/global/como-eua-ficaram-para-tras-na-corrida-das-terras-raras-e-como-querem-voltar-ao-jogo/
- https://olhardigital.com.br/2025/11/25/pro/reino-unido-precisa-ser-corajoso-para-avancar-em-ia-diz-ex-google/
- https://olhardigital.com.br/2025/11/25/carros-e-tecnologia/por-que-as-montadoras-buscam-motores-sem-terras-raras-da-china-entenda/
- https://www.poder360.com.br/poder-justica/defesa-de-garnier-recorre-ao-stf-e-pede-envio-do-caso-a-1a-instancia/
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
