Copa do Mundo 2026: a ciência por trás do gramado ‘perfeito’ da competição

Aos oito minutos da estreia da Argentina na Copa América de 2024, um lance incomum chamou atenção. Ángel Di María, ídolo da seleção argentina, roubou a bola da defesa canadense e avançou sozinho em direção ao gol… mas teve dificuldade no domínio e finalizou sem força, para as mãos do goleiro.
Depois da partida, jogadores e comissão técnica atribuíram parte do problema ao gramado do estádio de Atlanta, nos Estados Unidos. Segundo os argentinos, a bola quicava “como em um trampolim”. O campo foi descrito como “um desastre”.
As críticas se espalharam ao longo do torneio. O resultado? A qualidade dos gramados americanos acabou no centro das preocupações da FIFA às vésperas da Copa do Mundo 2026, que será disputada nos EUA, Canadá e México.
Para evitar que o problema volte a se repetir, a entid
Fontes
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