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De rãs a cadáveres humanos: os experimentos que deram vida ao mito de “Frankenstein”

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Luigi Galvani, médico italiano do século XVIII, investigava o funcionamento dos nervos em rãs utilizadas para estudos médicos. Durante uma dissecação, um de seus assistentes tocou o nervo de uma rã com um bisturi metálico e viu a perna se mover após uma faísca. Intrigado, Galvani passou a estudar o fenômeno e concluiu que havia uma forma de eletricidade nos tecidos animais.
Para comprovar sua teoria, ele realizou experimentos que pareciam saídos de um filme de terror. Galvani pendurou as pernas de rãs dissecadas em ganchos metálicos expostos a tempestades, observando-as se contrair quando os relâmpagos cruzavam o céu. Depois, demonstrou que o movimento podia ser reproduzido conectando metais e nervos, criando um circuito elétrico — a base do galvanismo.
Esse conceito despertou a imaginação

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