Fala AI: a nova aposta do mercado de IA

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Nos últimos cinco anos, o desenvolvimento da inteligência artificial foi marcado por investimentos massivos no treinamento de grandes modelos de linguagem. Esse processo exige uma infraestrutura robusta, de milhares de chips especializados operando continuamente por semanas ou meses em data centers de grande escala, consumindo grandes volumes de energia para processar bilhões de dados.
Com a popularização das aplicações de IA, o foco passou a ser como executar essas soluções em tempo real. É nesse contexto que a inferência ganhou protagonismo: trata-se da etapa em que modelos já treinados respondem às solicitações dos usuários.
O que significa, na prática, essa transição para a inferência e como isso pode alterar o papel das big techs no ecossistema
Irã novamente fez uso do armamento conhecido como ‘bomba de fragmentação’ nesta quarta-feira (terça-feira, 17, no Brasil). Segundo a TV estatal iraniana, mísseis carregando esse tipo de explosivo foram direcionados a Tel Aviv, em Israel, como retaliação à morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e um dos homens mais importantes do regime iraniano.
As forças militares de Israel têm acusado o regime iraniano de usar mísseis de fragmentação nos ataques contra seu território desde o início da guerra.
Há uma convenção de 2008 que proíbe o uso desse tipo de munição, mas nem Israel, nem Irã são signatários — e não se veem obrigados a segui-la.
Em junho de 2025, durante a guerra dos 12 dias entre Israel e Irã, Israel já havia denunciado o uso desse tipo de munição por T
Fontes
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