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Falta de sono pode reduzir a expectativa de vida mais do que dieta e exercício

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A correria do fim de ano, marcada por prazos apertados, compromissos extras e confraternizações, costuma cobrar um preço alto das rotinas de descanso. No entanto, noites curtas e mal dormidas vão além do cansaço imediato e podem afetar diretamente a expectativa de vida. Um estudo realizado nos Estados Unidos aponta que a falta de sono é um dos fatores que mais reduzem a longevidade, ficando atrás apenas do tabagismo e superando impactos associados à dieta, à atividade física e até à solidão.
A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, que analisaram dados de um amplo banco nacional. Os pesquisadores compararam a expectativa de vida média de 3.143 condados americanos com informações sobre hábitos de saúde cole

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