Geração Z usa IA com frequência, mas desconfiança e medo crescem entre os jovens

Segundo uma nova pesquisa realizada pela Gallup junto com a Walton Family Foundation e a GSV Ventures, mais da metade da Geração Z estadunidense utiliza a IA generativa com frequência. Apesar da assiduidade, a opinião dos internautas sobre esta tecnologia apenas piora com o tempo.
No ano passado, a mesma pesquisa relatou que 27% dos entrevistados entre 14 e 29 anos diziam sentir esperanças em relação à inteligência artificial. Já em 2026, esse número caiu 9 pontos percentuais e chegou à marca de 18%. O entusiasmo dos jovens sobre a IA caiu e um terço dos entrevistados relataram sentir raiva da tecnologia.
Resultados da pesquisa evidenciam preocupação dos jovens com a influência da IA no futuro.
O estudo ocorreu entre fevereiro e março desse ano e ouviu mais de 1.500 usuários. Os resultados
Por trás de praticamente toda a tecnologia moderna, há um componente muitas vezes invisível ao consumidor final, mas que passou a concentrar uma disputa global silenciosa: os chips. Essenciais para smartphones, carros, sistemas de inteligência artificial (IA) e até aplicações militares, esses semicondutores deixaram de ser apenas peças da indústria para se tornarem ativos estratégicos.
Nos últimos anos, a combinação entre alta demanda, produção concentrada em poucos países e tensões geopolíticas transformou essa cadeia em um ponto de pressão entre governos e empresas. A indústria de semicondutores já movimenta centenas de bilhões de dólares por ano e deve ultrapassar a marca de US$ 1 trilhão na próxima década, impulsionada principalmente por inteligência artificial e computação avançada —
Poços de petróleo e gás abandonados podem liberar muito mais metano do que se imaginava. Um novo estudo conduzido pela McGill University aponta que essas estruturas inativas emitem gás em níveis até mil vezes maiores do que estimativas anteriores. Você pode ler a pesquisa na íntegra clicando aqui.
A análise avaliou 401 poços não produtivos e revelou que o metano de origem microbiana aparece com muito mais frequência do que se pensava. Esse tipo de gás é gerado por microrganismos em ambientes sem oxigênio e pode ser emitido mesmo após o esgotamento das reservas originais de petróleo ou gás, segundo informações do portal Earth.
Os dados indicam que esses poços antigos funcionavam como rotas verticais, permitindo que o metano escapasse de diferentes camadas subterrâneas. Isso inclui tanto fon
Fontes
- https://olhardigital.com.br/2026/04/17/inteligencia-artificial/geracao-z-eua-diminui-uso-frequente-ias-afirma-pesquisa/
- https://olhardigital.com.br/2026/04/17/pro/guerra-dos-chips-a-disputa-global-por-um-componente-invisivel/
- https://olhardigital.com.br/2026/04/17/ciencia-e-espaco/pocos-de-petroleo-abandonados-liberam-mil-vezes-mais-metano-do-que-o-esperado/
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